domingo, 15 de agosto de 2010

Eu ainda te amarei, meu doce amigo...

Quando o sorriso do meu rosto esmaecer
o som das letras não cantar aos meus ouvidos
e a canção perder a cor e o sentido
eu ainda te amarei, meu doce amigo...

Quando o meu grito for silêncio e solidão
a minha pele já sem viço enrugar
e nos meus olhos não restar nem um só brilho
eu ainda te amarei, meu doce amigo...

E se nas noites sem razão e sem luar
de manto negro as estrelas se cobrirem
ou se o sol em pleno dia se esconder
trazendo escuridão e desabrigo

ainda assim o teu amor me guiará
e te amarei: é para sempre, doce amigo...

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